Artigos
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- "Comemos o que nos dizem as empresas do agronegócio" 04 de março de 2011
- Plataforma da Via Campesina para a agricultura 04 de março de 2011
- Campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida 15 de fevereiro de 2011
Campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida
15 de fevereiro de 2011
Considerando que:
i. O Brasil é desde 2008 o maior consumidor de agrotóxicos do mundo;
ii. O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos já banidos por outros países;
iii. A liberação comercial desses agrotóxicos implica em contaminação dos ecossistemas, das matrizes hídricas, edáfica e atmosférica, produzindo sérios problemas para a saúde no campo e nas cidades;
iv. Estudos evidenciam que o nível e a extensão do uso dos agrotóxicos no Brasil está comprometendo a qualidade dos alimentos e da água para o consumo humano;
v. Práticas de pulverização aérea desses biocidas contaminam grandes extensões para além das áreas de aplicação, contaminando e impactando toda a biodiversidade do entorno, incluindo as águas de chuva;
vi. A bancada ruralista e as corporações transnacionais, responsáveis pelo agronegócio e pela indução e ampliação do pacote tecnológico agrotóxicos-transgênicos-fertilizantes fazem pressão constante sobre os órgãos reguladores no sentido de flexibilizar a legislação, a exemplo da revisão da Portaria n.518, do Ministério da Saúde, ampliando a permissividade de uso dos agrotóxicos;
vii. Que a Via Campesina está articulando com as organizações sociais, academia e instituições de pesquisa, a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida que será lançada no dia 7 de abril de 2011 – Dia Mundial da Saúde.
Nesse sentido, que o GIAS – Grupo de Intercâmbio em Agricultura Sustentável de Mato Grosso, reafirmam o compromisso e a responsabilidade em desenvolver ações, e formar quadros, prestar apoio aos órgãos e instituições compromissadas com a promoção da saúde da sociedade brasileira, e com os movimentos sociais no sentido de proteger a saúde e o meio ambiente na promoção de territórios livres dos agrotóxicos, e fomentar a transição agroecológica para a produção e consumo saudável e sustentável;





